Yeda Crusius no Roda Viva
O que deu para fisgar da entrevista da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, ontem, ao programa Roda Viva é que ela é, no mínimo, leviana, bastante inconsistente, e insuportavelmente prolixa.
Yeda se enrolou ao tentar explicar o motivo de sua ida ao EUA nos próximos dias. Ela, na verdade, não sabe exatamente qual o motivo da viagem e do encontro com o procurador-geral Alberto Gonzáles, mas sabe que o tema é segurança. Primeiro disse que o governo americano ofereceria tecnologia; aí já era apoio logístico; beirou um pouco pelo lado de um estudo acadêmico sobre como funcionam as coisas lá. E terminou como um ‘quebra-galho’ mesmo: já que vai até lá dar palestra, não custa nada conversar com o procurador. “Eu vou lá para escutar. Eles é que estão dizendo que há uma política nova. Quero estudar nos EUA. Eles têm uma legislação diferente. Vou fazer uma palestra na Liga das Mulheres e quero aproveitar para falar com o procurador-geral”.
Complicou-se ao falar da diminuição da maioridade penal. Disse que era contra, só não soube dizer por quê. Mas tentou, chegou a declarar que isso é “um problema de saúde mental que leva à violência, um problema que às vezes vem lá da gestação, e que a neurociência explica isso”.
Depois veio a patacoada do seu novo plano de segurança. Trata-se de uma polícia diferente, com uma forma de abordagem alternativa, que dialogue com a população, e essa ‘limonada’ toda que o Requião tentou fazer aqui no Paraná. Se saísse como ele dizia nos comícios lá dos idos de 2002 funcionaria assim. “Os policiais, ao encontrarem um jovem bêbado, drogado, ou cometendo delitos leves, o levaria para casa e passaria a mão em sua cabeça, em vez de tratá-lo de maneira hostil. Seriam um amigo dos moradores, que veriam neles verdadeira proteção”.
Yeda mostrou-se incoerente e fugidia o tempo todo. Não dá para acreditar em alguém que durante a campanha pregou a diminuição dos gastos do governo e, ontem, declarou ser contra o Estado mínimo, e o fez com uma convicção que denotava que tal idéia beirava o absurdo. Todos nós sabemos que, na prática, o que acontecerá é o inchamento cada vez maior do Estado e dos gastos públicos, vício nefasto da política brasileira.
A “social-democrata” vai ser só mais uma que vai passar por lá, ainda que menos desastrosa que gestões petistas. O problema é dos gaúchos, eu como paranaense tenho um pior: é rosado, gordo, não ouve ninguém e é tremendamente mal-educado. Não é um porco; quase isso.
Yeda se enrolou ao tentar explicar o motivo de sua ida ao EUA nos próximos dias. Ela, na verdade, não sabe exatamente qual o motivo da viagem e do encontro com o procurador-geral Alberto Gonzáles, mas sabe que o tema é segurança. Primeiro disse que o governo americano ofereceria tecnologia; aí já era apoio logístico; beirou um pouco pelo lado de um estudo acadêmico sobre como funcionam as coisas lá. E terminou como um ‘quebra-galho’ mesmo: já que vai até lá dar palestra, não custa nada conversar com o procurador. “Eu vou lá para escutar. Eles é que estão dizendo que há uma política nova. Quero estudar nos EUA. Eles têm uma legislação diferente. Vou fazer uma palestra na Liga das Mulheres e quero aproveitar para falar com o procurador-geral”.
Complicou-se ao falar da diminuição da maioridade penal. Disse que era contra, só não soube dizer por quê. Mas tentou, chegou a declarar que isso é “um problema de saúde mental que leva à violência, um problema que às vezes vem lá da gestação, e que a neurociência explica isso”.
Depois veio a patacoada do seu novo plano de segurança. Trata-se de uma polícia diferente, com uma forma de abordagem alternativa, que dialogue com a população, e essa ‘limonada’ toda que o Requião tentou fazer aqui no Paraná. Se saísse como ele dizia nos comícios lá dos idos de 2002 funcionaria assim. “Os policiais, ao encontrarem um jovem bêbado, drogado, ou cometendo delitos leves, o levaria para casa e passaria a mão em sua cabeça, em vez de tratá-lo de maneira hostil. Seriam um amigo dos moradores, que veriam neles verdadeira proteção”.
Yeda mostrou-se incoerente e fugidia o tempo todo. Não dá para acreditar em alguém que durante a campanha pregou a diminuição dos gastos do governo e, ontem, declarou ser contra o Estado mínimo, e o fez com uma convicção que denotava que tal idéia beirava o absurdo. Todos nós sabemos que, na prática, o que acontecerá é o inchamento cada vez maior do Estado e dos gastos públicos, vício nefasto da política brasileira.
A “social-democrata” vai ser só mais uma que vai passar por lá, ainda que menos desastrosa que gestões petistas. O problema é dos gaúchos, eu como paranaense tenho um pior: é rosado, gordo, não ouve ninguém e é tremendamente mal-educado. Não é um porco; quase isso.

0 Comments:
Postar um comentário
<< Home