Lula, o feio
O Lula provavelmente é o presidente mais feio que se tem notícia, tirando os árabes. Ele perdeu uns quilinhos e conseguiu ficar ainda mais feio. Agora, com o rosto chupado, está parecendo um lobisomem. O presidente bem que tentou ficar mais bonito, arrumou os dentes, colocou botox, mas não deu; devia ter cortado um pouco das orelhas também.
O Zé do Caixão teria no Lula o personagem perfeito para seus filmes. Perdeu essa Zé. O presidente não quis saber de ser dirigido por você e foi cometer os crimes trashs dele lá em Brasília, sob direção daquela quadrilha toda. É trash, no caso, porque foi feito com poucos recursos. Poucos recursos intelectuais. Aquilo ninguém poderia ter descoberto. Só os fracos são descobertos. Mas Lula teve mais sorte do que seu adversário maldito, o Collor, por não ter sido cassado. Foi tudo parecido, a diferença é que Collor não tinha a cara humilde e sofrida do presidente. De gente bonita todos têm inveja, de gente feia, pena.
Se o Lula tivesse sido cassado, o que é bem provável que em qualquer país decente do mundo acontecesse, ele se mataria. Tinha que se matar, não havia outra decisão. O poder, ao mesmo tempo em que dá poder, e talvez por isso mesmo, dá um vazio tremendo. O presidente tem pavor de vazio, “garrou trauma” depois de ter passado a infância toda com um enorme vazio, na barriga. Ele não iria agüentar outro.
Lula não é o único feio desse páreo eleitoral. O Geraldo é feio também, só que é uma feiúra arrogante, e consertável. Alguém precisa falar com o Geraldo, com aquele nariz ele não consegue ser presidente nem da ong das empada. É um nariz que dá medo, meio pinóquio, e por causa disso, o eleitor começa a fazer um monte de analogias.
Continue, já que não tem outra opção mesmo, a ser feio, Lula. A história mostra que presidentes bonitos são os que mais penam: Clinton nos EUA e os escândalos “orais”; Collor e as despesas da Casa da Dinda pagas pelo nosso bolso; e Kennedy, o mais bonito de todos e que acabou... assassinado. Agora vejam: Hugo Chaves o populista. Fidel o cara que está a mais tempo no poder. Evo Morales e o “petróleo é nosso”. E Lula, que não roubou nada, e sai de mãos dadas com o povo.
O Zé do Caixão teria no Lula o personagem perfeito para seus filmes. Perdeu essa Zé. O presidente não quis saber de ser dirigido por você e foi cometer os crimes trashs dele lá em Brasília, sob direção daquela quadrilha toda. É trash, no caso, porque foi feito com poucos recursos. Poucos recursos intelectuais. Aquilo ninguém poderia ter descoberto. Só os fracos são descobertos. Mas Lula teve mais sorte do que seu adversário maldito, o Collor, por não ter sido cassado. Foi tudo parecido, a diferença é que Collor não tinha a cara humilde e sofrida do presidente. De gente bonita todos têm inveja, de gente feia, pena.
Se o Lula tivesse sido cassado, o que é bem provável que em qualquer país decente do mundo acontecesse, ele se mataria. Tinha que se matar, não havia outra decisão. O poder, ao mesmo tempo em que dá poder, e talvez por isso mesmo, dá um vazio tremendo. O presidente tem pavor de vazio, “garrou trauma” depois de ter passado a infância toda com um enorme vazio, na barriga. Ele não iria agüentar outro.
Lula não é o único feio desse páreo eleitoral. O Geraldo é feio também, só que é uma feiúra arrogante, e consertável. Alguém precisa falar com o Geraldo, com aquele nariz ele não consegue ser presidente nem da ong das empada. É um nariz que dá medo, meio pinóquio, e por causa disso, o eleitor começa a fazer um monte de analogias.
Continue, já que não tem outra opção mesmo, a ser feio, Lula. A história mostra que presidentes bonitos são os que mais penam: Clinton nos EUA e os escândalos “orais”; Collor e as despesas da Casa da Dinda pagas pelo nosso bolso; e Kennedy, o mais bonito de todos e que acabou... assassinado. Agora vejam: Hugo Chaves o populista. Fidel o cara que está a mais tempo no poder. Evo Morales e o “petróleo é nosso”. E Lula, que não roubou nada, e sai de mãos dadas com o povo.

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